Na última quarta-feira (14), na Netflix, foi lançado uma minissérie documental sobre a cantora Luísa Sonza. ‘Se eu Fosse Luísa Sonza’ aborda o começo da artista na música, seu processo criativo, vida amorosa e até os pontos mais baixos de sua carreira, como o processo por danos morais que perdeu na Justiça envolvendo um caso de racismo e ameaças de morte que sofreu após o término com o youtuber Whindersson Nunes.
Uma das revelações da produção foi que, após o término da turnê do álbum ‘Doce 22’, cantora ficou 20 dias sem falar nada, em absoluto repouso vocal, para se curar de um problema nas cordas vocais.
“Acabou a turnê e, como eu disse, estava exausta. Fui fazer os exames para ver o estrago e, obviamente, ela (a voz) estava às traças. Descobrimos, com o exame, que as cordas tinham batido tanto que criou um inchaço, tipo uma bolha para estourar. Então, meio que qualquer movimento, esse bexiga pode estourar. Por isso preciso ficar em absoluto silêncio, além de tomas injeções para desinchar, senão, só resolve com cirurgia”, comunica a artista no documentário.
Pelo que é mostrado no doc, a jovem se comunicou durante esse tempo por um caderno, em que escrevia o que desejava falar.
Lucas Pinho, gerente artístico de Luísa, diz que a produção do disco ‘Escândalo íntimo’ e os ensaios da equipe foram prejudicados nesse período.
Em maio deste ano, a cantora voltou a realizar exames em suas cordas vocais e recebeu a notícia de que não precisaria passar por um procedimento cirúrgico.
